Ultima atualização: 26 de agosto de 2020

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O mundo da informática é mais variado do que costumamos pensar. De um lado existem aquelas pessoas que sempre querem ter os melhores equipamentos integrados, como computadores, portáteis, all in one, dentre outros. Mas, por outro lado, também existem aquelas pessoas que pertencem ao movimento do Do It Yourself (faça você mesmo), que é quem prefere montar seu próprio equipamento de informática, usando, por exemplo, um Raspberry Pi.

Se você nunca havia ouvido falar desse dispositivo antes, não se preocupe, você não está sozinho. Aqui neste artigo preparado com um cuidado especial em relação aos detalhes, você vai poder conhecer tudo o que precisa saber sobre o Raspberry Pi e todas as vantagens que ele pode oferecer a seus usuário. Está duvidando? Então continue lendo e logo verá como existe um mundo que você ainda não conhecia.




O mais importante

  • O Raspberry Pi é como um computador de baixo custo. Ele é tão pequeno que cabe na palma da mão, parecido com um cartão de crédito. Apesar disso, ele conta com todas as possibilidade de conexão para TV, teclado e outros dispositivos e periféricos, o que faz com que você possa usá-lo praticamente como um computador.
  • Esse dispositivo é composto por apenas um componente: a placa-mãe. Ele não vem com periféricos integrados (de fábrica). O Raspberry Pi foi criado no Reino Unido para fins didáticos e acabou se tornando mais popular do que esperado, sendo hoje em dia uma máquina super versátil que abre as portas do aprendizado e da experimentação na informática.
  • A maioria dos fabricantes vendem o Raspberry Pi em kits com outros componentes e/ou periféricos para nivelar o caminho para o usuário iniciante que quer começar a experimentar. Para escolher bem o modelo, ou kit, adequado é necessário prestar atenção à radiofrequência, à memória RAM, às portas de entrada e às possibilidade de rede da placa.

Ranking: Os melhores modelos de Raspberry Pi do mercado

Talvez você seja novo ao tema dos Raspberry Pi e te interesse experimentar com a miríade de possibilidades que eles oferecem. Ou quem sabe você já conheça esse tipo de dispositivo e está querendo aprofundar o seu conhecimento através de novas formas de interação ou conexão.

Seja qual for o caso, você vai precisar conhecer bem o mercado e por isso selecionamos aqui algumas ofertas interessantes para quem está pensando em comprar um desses maravilhosos microcomputadores.

1º - Raspberry Pi 3 Modelo B+ US

O modelo 3 B+ é um dos mais recentes produtos lançados pelo Raspberry Pi, perdendo apenas para o modelo 4 que saiu em 2019. Ele segue no mesmo caminho de suas versões anteriores, Raspberry Pi 2 B e Raspberry Pi 3 B. A LAN sem fio de banda dupla vem com certificação de cumprimento modular, o que permite que a placa seja desenvolvida para produtos finais. Ele possui um processador de 4 núcleos e 1,4 GHz de 64 bits.

Esse modelo conta com bluetooth 4.2 e 1 GB de RAM. Tem quatro portas USB 2.0, uma entrada CSI para conectar uma câmera Raspberry Pi, uma entrada de tela DSI para telas touchscreen e uma entrada micro SD para sistema operacional e dados. O HDM integrado é de tamanho completo e tem 40 entradas GPIO.

2º - Kit Multijogos Raspberry PI 3 32gb

Esse kit vem pronto para você usar, mas claro que você sempre pode abrir as coisas para experimentar com elas, sendo fácil tanto para quem não quer ter muito trabalho quanto para quem quer se aventurar com o seu Raspberry Pi.

O kit vem com os seguintes itens: 1 sistema de games Recalbox; 1 sistema de media center kodi configurado em português; 1 Raspberry Pi 3; 1 case com cooler abs preto; 2 controles sem fio DH P3 com bateria interna e cabo carregador; 1 fonte 5v 3A com botão de liga/desliga, bivolt 110/220v; 1 cartão SD de 64gb classe 10 Sandisk; 1 cabo HDMI de 1,80m; 1 kit dissipadores; 1 sistema Recalbox completo, configurado e Kodi media center.

3º - Raspberry Pi Zero W

A Raspberry Pi Zero é a linha mais econômica dos Raspberry Pi, seu primeiro modelo foi lançado em 2015 e o modelo Raspberry Pi Zero W é a sua última e mais recente versão, lançada em 2017 e tendo como maior diferencial suas capacidades de conexão Wi-Fi e Bluetooth. Seu tamanho é ainda menor do que o normal para esses aparelhos (apenas 6,5 x 3cm), permitindo que você crie projetos compactos sem perder a flexibilidade que as placas da linha Raspberry proporcionam.

O seu processador é o Broadcom BCM2835 single-core de 1GHz que, aliado à memória de 512MB, permite que você crie aplicações controlando a GPIO de 40 pinos, desenvolva projetos de IoT ou simplesmente se divirta rodando um emulador de videogames. A Raspberry Pi Zero tem slot para cartão micro SD, conector de vídeo mini HDMI, 2 portas USB e roda diversas distribuições Linux como o Raspbian e Ubuntu, e aplicações como Scratch, Minecraft e Sonic Pi.

Guia de Compras: O que você precisa saber sobre o Raspberry Pi

Se você está prestes a comprar o seu primeiro Raspberry Pi, provavelmente está se perguntando qual modelo ou versão deve escolher. Se você já for um usuário frequente, por outro lado, talvez esteja querendo aprofundar os seus conhecimentos sobre algumas das potencialidades que essa placa-mãe oferece.

Seja qual for o caso, aqui nesta parte do artigo você vai encontrar respostas para algumas das perguntas mais frequentes sobre esses dispositivos.

Robótica.

Os Raspberry Pi podem ser usados para projetos de robótica. (Fonte: Luchschen: 34147375 / 123rf.com)

O que exatamente é um Raspberry Pi?

Raspberry Pi é a marca de um computador de placa reduzida, também chamado de computador de placa única ou computador de placa simples (SBC, em inglês). Ele é caracterizado por ser bem pequeno e ter um baixo custo.

De acordo com a Fundação Raspberry Pi, mais de cinco milhões de modelos foram vendidos em fevereiro de 2015, o que fez dele o computador britânico mais vendido.

Quando surgiu o Raspberry Pi?

A história destes computadores de placa simples remonta ao ano de 2009, quando a Fundação Raspberry Pi se propôs a encorajar as crianças a aprender programação e informática nas escolas. Em vez de distribuir computadores tradicionais ou portáteis ou tablets, eles optaram pelas placas-mãe, com o objetivo de estimular a experimentação e aproveitar a sua versatilidade.

Quando o primeiro modelo foi lançado em 2012, o Raspberry Pi A, a fundação notou como o projeto estava indo além do campo educacional e crescendo em popularidade nas casas ao redor do mundo.

Os usos dados a essas placas começaram a se multiplicar e uma crescente demanda fez com que novos modelos fossem desenvolvidos, com mais funcionalidades e possibilidades de conexão.

Imagem de raspberry pi.

Um dos usos de um Raspberry Pi é que com ele podemos construir nosso próprio videogame old school para poder jogar clássicos do passado. (Fonte: Kanawee Kittikorn: 44661542 / 123rf.com)

Depois que o Raspberry Pi 1 B foi lançado, a fundação criou a Raspberry Pi Trading, com Eben Upton como CEO, para desenvolver o terceiro modelo, o Raspberry Pi 1 B+. A Raspberry Pi Trading é responsável por desenvolver a tecnologia, enquanto a fundação original é uma organização educativa cujo fim é promover o ensino de informática em países em desenvolvimento.

Como funciona um Raspberry Pi?

Como uma placa de um computador comum, o Raspberry Pi é composto por um SoC (sistema em chip), CPU, memória RAM, portas de entrada e saída de áudio e vídeo, conectividade de rede, entrada SD para armazenamento, relógio, entrada para alimentação de força e conexões para periféricos. Ou seja, o mesmo que vemos na parte de trás de uma CPU.

Para colocar a placa para funcionar precisamos conectar periféricas de entrada e saída. O Raspberry Pi não vem com mouse, teclado ou tela na hora da compra, embora seja possível encontrar kits que já venham com esses outros itens. Uma vez feitas as conexões dos periféricos correspondentes, só falta conectar a placa à corrente elétrica e ela estará pronta para funcionar.

De que fonte de alimentação um Raspberry Pi precisa?

A placa Raspberry Pi é alimentada através de uma fonte de alimentação USB micro (como a maioria dos carregadores de celular atuais). Precisa, portanto, de uma fonte de alimentação de boa qualidade, que seja capaz de fornecer os amperes necessários para cada modelo. Na tabela a seguir detalhamos o fornecimento elétrico de que cada modelo precisa.

Versão Capacidade de corrente da fonte de alimentação recomendada Consumo típico de corrente
Raspberry Pi A 700 mA (miliampère) 200 mA
Raspberry Pi Model B 1,2 A 500 mA
Raspberry Pi Model A+ 700 mA 180 mA
Raspberry Pi Model B+ 1,8 A 330 mA
Raspberry Pi 2 Model B 1,8 A 350 mA
Raspberry Pi 3 Model B 2,5 A 400 mA
Raspberry Pi 3 Model A+ 2,5 A 350 mA
Raspberry Pi 3 Model B+ 2,5 A 500 mA
Raspberry Pi 4 Model B 3,0 A 600 mA
Raspberry Pi Zero W/WH 1,2 A 150 mA
Raspberry Pi Zero 1,2 A 100 mA

Os Raspberry Pi têm hardware e software livres?

Embora não seja dito expressamente se é um hardware livre ou com direitos de marca, o site oficial da Fundação Pi explica que eles dispõe de contratos de distribuição e venda com diferentes empresas. Mas, ao mesmo tempo, qualquer um pode se converter em um revendedor ou distribuidor dos modelos Rapsberry Pi, o que dá a entender que ele é um produto registrado.

O software, por outro lado, é sim de código aberto: o sistema operacional oficial é uma versão adaptada do Debian e se chama Raspbian, embora você possa usar outros sistemas operacionais também, inclusive o Linux ou uma versão do Windows 10. A fundação da suporte ao uso de muitos sistemas e promove especialmente o aprendizado da linguagem de programação Python.

O que vem na placa base de um Raspberry Pi?

Em todas as suas versões, o Raspberry Pi inclui um processador Broadcom, memória RAM, GPU, portas de entrada USB, HDMI, Ethernet (algo que o primeiro modelo não tinha), 40 entradas GPIO (desde o Raspberry Pi 2) e uma conexão para câmera.

Nenhuma das suas versões vêm com memória. Na primeira versão a memória era um cartão SD e nas posteriores um cartão MicroSD.

Jamie MolaroCientista da NASA

"Acreditamos que com um sismógrafo Raspberry Pi podemos observar como os terremotos refletem sinais de um processo de fratura térmica que decompõe as rochas redondas lunares. Podemos fazer experimentos na Terra que imitam esse processo e usar o que aprendemos com eles para nos ajudar a entender os dados sísmicos lunares".

Quais são as diferenças entre as versões do Raspberry Pi?

Desde o lançamento do primeiro Raspberry Pi, o projeto foi crescendo segundo os diferentes usos que começaram a dar a esses dispositivos. A maioria dos componentes se mantém em todas as versões Raspberry Pi, mas sua potência e alcance foram sendo melhoradas com o passar do tempo. A tabela a seguir compara todos os modelos de maneira exaustiva.

Versão SoC Velocidade RAM Entradas USB Ethernet Bluetooth
Raspberry Pi A+ BCM2835 700 MHz 512 MG 1 Não Não
Raspberry Pi B+ BCM2835 700 MHz 512 MG 4 100 base T Não
Raspberry Pi 2 B BCM2836 900 MHz 1 GB 4 100 base T Não
Raspberry Pi 3 B BCM2837A0/B0 1200 MHz 1 GB 4 100 base T 4.1
Raspberry Pi 3 A+ BCM2837B0 1400 MHz 512 MB 1 No 4.2
Raspberry Pi 3 B+ BCM2837B0 1400 MHz 1 GB 4 100 base T 4.2
Raspberry Pi 4 B BCM2711 1500 MHz 1 GB 2 USB-2

2 USB-3

100 base T 5.0
Raspberry Pi 4 B BCM2711 1500 MHz 2 GB 2 USB-2

2 USB-3

100 base T 5.0
Raspberry Pi 4 B BCM2711 1500 MHz 2 GB 2 USB-2

2 USB-3

100 base T 5.0
Raspberry Pi Zero BCM2835 1000 MHz 512 MB 1 Não Não
Raspberry Pi Zero W BCM2835 1000 MHz 512 MB 1 Não 4.1
Raspberry Pi Zero WH BCM2835 1000 MHz 512 MB 1 Não 4.1

Quais usos se pode dar a um Raspberry Pi?

Como explicamos anteriormente, a popularidade do Raspberry Pi cresceu com o passar do tempo devido principalmente aos novos usos encontrados para ele. Uma placa base pode servir, dentro do razoável, para quase qualquer coisa.

Essa era justamente a ideia almejada pela Fundação Pi: gerar um espaço para a experimentação. Podemos mencionar alguns usos específicos:

  • Como media center, ou seja, para converter uma televisão em uma smart TV, com o software LIBRELEC ou OSMC.
  • Para construir um videogame old school que nos permita jogar grandes clássicos que já não estão mais disponíveis nos formatos novos.
  • Como computador com sistema operacional Linux, através de softwares como Ubuntu, Raspbian ou Pidora.
  • Com finalidade domótica, por exemplo através do Windows 10 IOT Core. Desta maneira nossos lares ficam mais inteligentes e é possível realizar projetos como o de estações metereológicas ou hubs inteligentes.
  • Para projetos de robótica, desde drones, conversores inalâmbricos, impressoras 3D e até uma Roomba caseira. As placas Raspberry Pi, programadas com um software como o Arduino, podem dar resultados surpreendentes.

O que significam as entradas GPIO em um Raspberry Pi?

A sigla GPIO é referente a, em inglês, General Purpose Input Output. Isso se refere a um sistema de entrada e saída de propósito geral, ou seja, um sistema composto por uma série de conectores, no formato de buracos para pinos, que podem ser usados tanto como entrada quanto como saída para diversos fins.

Estas entradas estão inclusas em todos os modelos de Raspberry Pi, embora apresentem diferenças. É preciso saber que dependendo do modelo de Raspberry Pi você vai encontrar uma quantidade de entradas diferentes.

Na versão 1 do Raspberry Pi haviam 26 entradas GPIO, enquanto a partir da versão 2 o número aumentou para 40. Já a compatibilidade é total, tendo em vista que as 26 primeiras entradas mantêm sua função original.

As entradas GPIO tem funções específicas (embora algumas compartilhem funções) e podem ser agrupadas da seguinte maneira:

  • Amarelo (2): Alimentação a 3,3 watts.
  • Vermelho (2): Alimentação a 5 watts.
  • Laranja (26): Entrada e saída de uso geral. Podem ser configuradas para servir das duas maneiras.
  • Cinza (2): Reservados.
  • Preto (8): Conexão GND, ou terra.
  • Azul (2): Comunicação mediante o protocolo I2C para se conectar com periféricos que seguem este protocolo.
  • Verde (2): Destinada a conexão UART para entrada convencional.
  • Roxo (5): Comunicação mediante o protocolo SPI para se conectar com periféricos que seguem este protocolo.

Critérios de Compra

O Raspberry Pi pode se tornar um novo desafio a ser explorado enquanto você se aprofunda no mundo da informática e da programação. Ou ele também pode servir para te ajudar a aprender a construir computadores e videogames.

Se você está aprendendo sobre esses dispositivos agora ou quer explorar outras versões dele, é melhor que tenha em mente alguns aspectos importantes antes de realizar a sua compra.

Processador

Se considerarmos que um Raspberry Pi é um microcomputador (e ele é), devemos prestar atenção ao seu processador: quantos núcleos ele tem e qual é a sua frequência (velocidade).

Quanto maiores forem estes valores, mais potência a placa base tem. Isso vai permitir a você experimentar com mais possibilidades informáticas, além de suportar estar conectado com diversos periféricos.

Homem em sofá assistindo TV.

Um dos usos do Raspberry Pi é que com ele você pode transformar a sua TV normal em uma smart tv. (Fonte: Andriy Popov: 44589454 / 123rf.com)

Bluetooth

No que diz respeito à conexões sem fio, a melhor tecnologia para transmissão de diferentes tipos de dados (com exceção do Wi-Fi, é claro) é o bluetooth. Para além do fim que você quer dar ao seu Raspberry Pi, é muito provável que em algum momento você vá precisar enviar ou receber dados ou se conectar a outros dispositivos.

Por isso, assegure-se de que tenha uma versão do dispositivo mais recente, que conte com tecnologia bluetooth.

Entradas e periféricos

Um Raspberry Pi por si só não é o suficiente para todos os fins com os quais ele pode ser usado. Muitas vezes é necessário conectá-lo a diferentes periféricos, seja um simples mouse ou teclado, seja um monitor ou uma TV.

Por isso, você deve garantir que a sua placa base conte com uma grande quantidade, e variedade, de entradas. As mais importantes são as de USB, HDMI, Ethernet e VGA.

Compatibilidade de software

Na hora de aprender a programar é preciso conhecer diferentes tipos de linguagem de programação e testar diferentes tipos de sistemas operacionais, além de ter a sua placa base (que vem com o Raspbian).

Talvez você prefira uma abordagem mais tradicional e prefira usar uma versão do Windows ou talvez você seja um usuário assíduo de Linux. Seja qual for o caso, você deve garantir que o seu Raspberry Pi possa funcionar com o que você está pretendendo usar.

Case

Um case para o seu Raspberry Pi não é um assunto sem importância. A placa base é muito sensível a quaisquer golpes ou quedas. Para remediar essa questão é recomendável aproveitar os kits que oferecem um case para o Raspberry Pi.

É muito importante que sejam os modelos oficiais vendidos por fabricantes legítimas, já que esses são os melhor adaptados à placa e não vão atrapalhar o seu funcionamento.

Resumo

O Raspberry Pi é como um microcomputador de baixo custo, do tamanho de um cartão de crédito, no formato de uma placa simples. Ele foi desenvolvido pela Fundação Pi, há aproximadamente uma década, com o objetivo de estimular o ensino de informática e programação nas escolas. Os modelos cresceram em popularidade de lá pra cá e hoje em dia são usados para jogos, robótica e domótica, dentre outros fins.

Os Raspeberry Pi podem ser vendidos isoladamente, só a placa, ou em kits com outros periféricos que contribuam com o seu funcionamento. A placa não tem um interruptor de ligar e desligar, ela depende diretamente da corrente elétrica para começar a funcionar. Existem diferentes modelos desde que sua versão inicial foi lançada na primeira década do século XXI e as mais recentes têm evoluído em termos de poder de processamento e entradas para conexão com outros aparelhos.

Se você gostou do artigo, compartilhe ele com os seus contatos para que outras pessoas também aprendam mais sobre os Raspberry Pi. Com certeza essas informações podem ser úteis para muitas outras pessoas antes que elas saiam para fazer sua compra. Além disso, se você quiser, deixe um comentário que vamos responder assim que possível. Muito obrigado!

(Fonte da imagem destacada: Broadbent: c3YpscwJb04/ Unsplash.com)

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